sábado, 18 de novembro de 2017

O amor não morre.....ele se cansa muitas vezes....


O amor não morre. Ele se cansa muitas vezes. Ele se refugia em algum recanto da alma tentando se esconder do tédio que mata os relacionamentos. Não é preciso confundir fadiga com desamor. O amor ama. Quem ama, ama sempre. O que desaparece é a musicalidade do sentimento. 

A causa? O quotidiano, o fazer as mesmas coisas, o fato de não haver mais mistérios, de não haver mais como surpreender o outro. São as mesmices: mesmos carinhos, mesmas palavras, mesmas horas... o outro já sabe! Falta magia. Falta o inesperado. O fato de não se ter mais nada a conquistar mostra o fim do caminho. Nada mais a fazer. 


Muitas pessoas se acomodam e tentam se concentrar em outras coisas, atividades que muitas vezes não têm nada a ver com relacionamentos. Outras procuram aventuras. Elas querem, a todo custo, se redescobrir vivas; querem reencontrar o que julgam perdido: o prazer da paixão, o susto do coração batendo apressado diante de alguém, o sono perdido em sonhos intermináveis e desejos infindos. Não é possível uma vida sem amor. Ou com amor adormecido.

Se você ama alguém, desperte o amor que dorme! Uma vez ou outra, faça algo extraordinário. Faça loucuras, compre flores, ofereça um jantar, ponha um novo perfume... 

Não permita que o amor durma enquanto você está acordado sem saber o que fazer da vida. Reconquiste! Acredite: reconquistar é uma tarefa muito mais árdua do que conquistar, pois vai exigir um esforço muito maior. Mas... sabe de uma coisa? Vale a pena! Vale muito a pena!

Pedro Bial


sexta-feira, 10 de novembro de 2017

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Sophia Melo Breyner

Quando eu morrer voltarei para buscar
os instantes que não vivi junto do mar


Sophia Melo Breyner


06/Nov/1919 
02/Jul/2004

Sophia de Melo Breyner

O mar dos meus olhos

Há mulheres que trazem o mar nos olhos
Não pela cor
Mas pela vastidão da alma
E trazem a poesia nos dedos e nos sorrisos
Ficam para além do tempo
Como se a maré nunca as levasse
Da praia onde foram felizes

Há mulheres que trazem o mar nos olhos
pela grandeza da imensidão da alma
pelo infinito modo como abarcam as coisas e os homens...
Há mulheres que são maré em noites de tardes...
e calma

Sophia de Mello Breyner AndresenNasceu a 6 de Novmebro de 1919Faleceu a 2 de Julho de  2004




quarta-feira, 1 de novembro de 2017

As Marcas o Tempo



As paredes envelhecem
as portas apodrecem
mostram as marcas do frio
do forte calor do estio
do inverno tão frio
as chuvas torrenciais
do pouco e de tudo o mais...
mas essas, podem-se reparar
e assim as recuperar

No ser humano é diferente
ao seguirmos em frente
o tempo deixa marcas
e,  deixa lembranças
profundas recordações
que o tempo nos presenteou
marcas nos corações
no corpo desenhadas,
a vida que em nós ficou

In "Abraço-te"



quinta-feira, 19 de outubro de 2017

A família é a base da sociedade,

deve transmitir-nos de verdade

paz e harmonia, a verdadeira riqueza,

a união e o amor, que nos dão a certeza

de nos sentirmos acolhidos,

amados,

acarinhados,


de nos sentirmos unidos!






quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Deixa-me ser outra vez criança



Deixa-me ser outra vez criança
Dá-me  a inocência de volta
Entrega-me de novo a esperança
Deixa a minha alma à solta

Porque quero voar nas asas da imaginação
Dá-me a vida, dá-me o mundo
Enche-me de amor  o meu coração
Para sentir o que há de mais profundo

Dá-me um futuro novo, um futuro de paz
Deixa-me continuar a correr, a brincar
E de sonhos me quero vestir, a cor tanto faz
Apenas quero ser feliz, deixa-me  sonhar!


In Abraço-te