domingo, 11 de fevereiro de 2024

Nelson Mandela foi libertado a 11.Fevereiro.1990 (após 27 anos de prisão)

 A grandeza da vida não consiste em não cair nunca, mas em nos levantarmos cada vez que caímos”. (Da autobiografia “O longo caminho para a liberdade”, 1994).




sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

2.Fevereiro.2024

 

Hoje é dia de festa, celebramos o aniversário do nosso amor mais novo. 

3 anos de ternura e alegrias.


Parabéns Xavi, que saibas ser feliz pela caminhada da tua vida!




terça-feira, 30 de janeiro de 2024

Saudade

 


 

Saudade é amor que permanece

é aperto e às vezes até dor,

é querer ter o que não se esquece

é o que fica em nós do amor.

 

Saudade não tem cor nem tamanho

é um vazio onde só cabe a lembrança,

é um sentimento tão estranho

o seu maior conforto é a esperança.

 

É a luz que ilumina a estrada do passado

eternizando a presença de quem já partiu,

é carinho e amor a ser lembrado

a recordar uma vida que já existiu.

 

A casa da saudade chama-se Memória

é uma cabana singela na rua do coração,

mas nela cabe toda a nossa história

nem pensar em perdê-la, isso é que não.

 

 

 

Maria Dias

 Do Livro “Abraço-te”




 


quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Depois de uma visita à Casa do Bocage, lembrei-me logo desta delícia:

 Mais conhecido pelas suas anedotas brejeiras, Bocage foi um grande poeta Português. 



Conta-se que Bocage, ao chegar a casa um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do quintal.
Chegando lá, constatou que um ladrão tentava levar os seus patos de criação.

Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar saltar o muro com os seus amados patos, disse-lhe:

-Oh, bucéfalo anácrono! Não te interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando os meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo... mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.

E o ladrão, confuso, diz:
-Doutor, afinal levo ou deixo os patos?